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Larissa Ciaramella

Larissa Ciaramella

 
 

“Nada é verdadeiramente aprendido enquanto não é vivido”, frase célebre de Chopra que reforça uma quebra de paradigmas, da inteligência/intelecto à competência e inovação.

O mercado transforma-se em um grande catalisador de revoluções digitais e tecnologias, exigindo dos gestores um verdadeiro “aprender a aprender”, que segundo Peter Senge é o maior diferencial competitivo sustentável.
Os jogos de empresa são catalisadores de mudanças organizacionais em cultura, clima e processos, uma vez que potencializam o aprendizado porque o ato de jogar é inerente ao ser humano. Nós jogamos como vivemos/trabalhamos e vivemos/trabalhamos como jogamos.

O comportamento verbal pode não ser o veículo adequado de expressão nem de aprendizagem para muita gente, inclusive vendedores. Quantas de nossas atividades de treinamento, vendas e convenções de vendas partem da suposição de que as pessoas são capazes de descobrir novos caminhos por si mesmas?
Mais importante que o jogo em si é o processo de facilitação ou focalização da atividade, pois este promoverá as reflexões e insights citados acima. Esse processo chama-se CAV - Ciclo de Aprendizagem Vivencial, que divide-se em cinco etapas:
 
1. Vivência - o jogo em si;
2. Relato - partilha de experiências/o que senti?, como reagi? – No cérebro, o sistema límbico não sabe a diferença entre o real e a fantasia, por isso que perder uma grande venda no jogo, causa quase tanta frustração quanto na vida real;
3. Processamento - feedback, observação dos resultados alcançados e metas propostas;
4. Generalização - reflexão sobre a correlação do vivenciado no jogo e o dia a dia e de como os participantes reagiram aos acontecimentos;
5. Plano de Ação - o que posso fazer em meu dia a dia que provocaria uma melhoria em algum item observado.
 
Outro fator importante da utilização dos Jogos em Equipes de Vendas é o de fortalecer o planejamento, essencial em uma ação de vendas e relacionamento com o cliente.
Investir nesta ferramenta de desenvolvimento é fortalecer o capital intelectual, a motivação, o foco em soluções e a melhoria dos processos.
Finalizo com uma pesquisa publicada por Cavalcanti, que afirma que adultos retém apenas 10% do que ouvem, após 72 horas; entretanto serão capazes de lembrar 85% do que ouvem, vêm e fazem, após o mesmo prazo.
Em um momento decisivo, é melhor que sua equipe aprenda com um erro em uma simulação, não é verdade?
 
Fabio Azevedo

 

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